quarta-feira, 26 de março de 2025

 A Racionalidade do Ajuste Atualizado dos Preços dos Combustíveis: Uma Necessidade Económica ou Estrutural?


A recente atualização dos preços dos combustíveis em Angola reflete o esforço do governo para reduzir o peso dos subsídios no orçamento, alinhando-se com os preços internacionais e liberando recursos para necessidades sociais. Contudo, essa medida, embora economicamente justificável, traz desafios inflacionários. Dados indicam que um aumento de 1% nos preços da gasolina e gasóleo eleva a inflação em 0,0735%, pressionando o custo de vida.

A reforma dos subsídios, gradual e necessária, visa aliviar o fisco, mas exige políticas complementares. No curto prazo, medidas diretas—como subsidiar a cesta básica—podem mitigar impactos sociais. No longo prazo, investir em infraestruturas, como refinarias locais via parcerias público-privadas, reduzirá a dependência de importações e fortalecerá a autonomia energética.

A racionalidade da política está clara, mas sua eficácia dependerá de uma abordagem multidimensional que equilibre ajuste fiscal, proteção social e desenvolvimento estrutural. Angola precisa transformar essa reforma em uma oportunidade para crescimento sustentável, evitando que a população mais vulnerável pague o preço da transição.

sábado, 10 de junho de 2017

FALENCIA ECONOMICA?





D
evastada pela incapacidade de reversao as expectativas dos agentes, rentáveis cotados a baixo, definiram a marcha de um intento estrutural governamental de  crescimento economico essencialmente dependente de uma matéria prima em baixa. As obrigaçoes do tesouro seu ciclo denuncia
Com quedas acentuadas nas receitas e fontes de custeio das despesas do correntes, contribuem para a piora da negatividade dos dos principais indicadore da saúde econômica de Angola. Conjuntura-se aos milhões, onde são ilustrados cenário de aparente falta de alternativas viáveis para soluções económicas sustentáveis.   A leitura da crise vem traduzida por um serie de medidas de desestimulo da economia, surgimento de impostos diversos, elevação destes,  e alargamento da base para a sustentação das despesas do Estados. Não seria o contrário?. 
Medidas restritivas, são impopulares, pois inibem a  actividade económica já incipiente e pouco significante em termos a quando deveríamos estimula-las.. Sem produção interna capaz  de interiorizar divisas aos níveis de rendimentos petrolíferos , a ideia é a de que nada se pode fazer ou a de que tudo é válido para manter a máquina a funcionar. 
Que pensarmos , em separarmos o curto do longo prazo. O curto de ajuste e a busca pela gestão diante de escassa disponibilidade. O médio e o da concretiza do rearranjo, o da noção da enumeração das capacidades e potencialidades passíveis de serem vista como o fundo das oportunidades.No longo o cenário se constitui no momento em que a produção Nacional consegue suprir a necessidade Nacional a nível de 70 a 80%.
 . Nossas vantagens comparadas têm sido exploradas ao ponto de gerar divisas suficientes? Há identificação do potencial.  A ilusão das despesas aureas ainda persiste , a custo de endividamento é fugir de uma sensação de outra guerra fratricida.
A acomodação  embora para muitos tornar-se de comportamento com correlação direta com a crise e da mesma forma com o crescimento. O impecto de gastos e saque  desmensurado e a depredação patrimonial sem resultante benefiaria Nacional é o vício de algo a entender como viés da não prosperidade. O sustento  monosector bilhionario abastava difusas camadas  é em função do preço favorável milhonarios exponecialmente nascem e atraindo prevaricadores estrangeiros.
a classe Z, todo mundo via dólar não cobre mais as despesas do momento. A reversao economica demonstrou quao pouco ah um progresso fragiel é siste  Dr acortina caiu e desnundou uma realidade Não há capacitação técnica Nacional disponível para produzir com valor agregado e exportar sem recorrer -se a contratação de recurso externo oneroso; Não investimento pois não há poupa há nça Nacional os riscos inerentes desestimular o investimento; o curto prazo é o tempo factível,  poupança Nacional está no exterior e por outra as remessas enviadas no exterior são uma prática de garantia ao colateral risco país eminente; Não há formação bruta de capital fixo suficiente para um potenciar a produção nacionalpois os custos inerentes são elitizados e burocrático; não há  autosuficiencia em productos básicos pois a produção só ocorre com insumos importados e dependentes de câmbio favorável; não há indústria capaz de reverter a balança comercial por meio do aumento da produtividade. Só existe saída de recursos e não entrada um país com contrapartidas financeiras.


sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

A COERÊNCIA DA POLÍTICA?

Nesta crise a política monetária angolana mostra-se mais confusa e indescritível possível. Ao olharmos quando  a  coerência nas suas práticas, sua fundamentação não corresponde à lógica da teoria económica e de certeza impossível de identificar o modelo adotado bem com prever com precisão os efeitos sobre a economia.
 A mudança do governador do Banco Central mostrou-se como uma medida acertada do ponto de vista da necessidade de pôr a ordem e regulamentação de um sistema repleto de brechas. A restrição monetária, a limitação da circulação da moeda, a burocratização para movimentar -se e os impostos sobre as movimentações confirmavam o perfil do governo apropriado ao momento que se vive. Porém, após publicamente ter assumido a incapacidade de por fim ao controlo dos ralos cambiais e das fugas das remessas de plafonds concedidas principalmente aos bancos comerciais. Nem a suposta política restritiva teve seu marco consagrado. Actualmente persistem os entraves por parte dos demandantes de moeda estrangeira, aqueles que na base mais larga da pirâmide dos agentes demandantes são obrigados a submeter-se as regras do mercado expropriador informal. Demandas muitas vezes necessárias a sustentação de mensalidades escolares no exterior, demanda por emergências de saúde, e/ou para provimento de consumíveis necessários a manutenção das actividades de actividades autónomas, estes restringidos pelo efeito informal dos mercados que distorcem a demanda e que por vez alimenta e informalmente e se retrolimentam num circulo vicioso e penalizador. Por lado, é elevada as condições de levantamento de cambiais, por outro é beneficiado mercado informal de compra e venda de moeda forte. Na contra-mão está politica necessária porem estimuladora de um mercado informal predador do bem estar dos consumidores.
A confiança na economia e nas ações do governo vem a cair vertiginosamente e a confiança dos clandestinos mercados, reflexo da desorganização e da regulamentação existente porem restritiva/ punitiva, agravam a ineficiência. Assim o fraco efeito  das suas medidas e políticas que em seu efeito colateral fortalece o mercado informal, este pujante hegemônico sobrepõe-se hegemonicamente a um política ineficaz e a uma regulamentação perversa pela sua não prática real.
Economicamente frágil e dependente das importações,  a economia pela quase inexistente produção interna  potenciam e determinam a forte demanda por importações chocam  com  o cenário descrito,  a suposta  insuficiente ofert
a de dólares no mercado nacional. Ademais,  Em paralelo surgem as medidas de contenção das reservas com a necessidade de produtos básicos na economia nacional . A impressão que fica é a da existência de mundos paralelos em uma única economia. O mundo do BNA, o mundo do tesouro nacional, da assembleia Nacional, e demais, que se coordenadas como se pretende a coerência existiria entre as políticas.

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