sábado, 10 de junho de 2017

FALENCIA ECONOMICA?





D
evastada pela incapacidade de reversao as expectativas dos agentes, rentáveis cotados a baixo, definiram a marcha de um intento estrutural governamental de  crescimento economico essencialmente dependente de uma matéria prima em baixa. As obrigaçoes do tesouro seu ciclo denuncia
Com quedas acentuadas nas receitas e fontes de custeio das despesas do correntes, contribuem para a piora da negatividade dos dos principais indicadore da saúde econômica de Angola. Conjuntura-se aos milhões, onde são ilustrados cenário de aparente falta de alternativas viáveis para soluções económicas sustentáveis.   A leitura da crise vem traduzida por um serie de medidas de desestimulo da economia, surgimento de impostos diversos, elevação destes,  e alargamento da base para a sustentação das despesas do Estados. Não seria o contrário?. 
Medidas restritivas, são impopulares, pois inibem a  actividade económica já incipiente e pouco significante em termos a quando deveríamos estimula-las.. Sem produção interna capaz  de interiorizar divisas aos níveis de rendimentos petrolíferos , a ideia é a de que nada se pode fazer ou a de que tudo é válido para manter a máquina a funcionar. 
Que pensarmos , em separarmos o curto do longo prazo. O curto de ajuste e a busca pela gestão diante de escassa disponibilidade. O médio e o da concretiza do rearranjo, o da noção da enumeração das capacidades e potencialidades passíveis de serem vista como o fundo das oportunidades.No longo o cenário se constitui no momento em que a produção Nacional consegue suprir a necessidade Nacional a nível de 70 a 80%.
 . Nossas vantagens comparadas têm sido exploradas ao ponto de gerar divisas suficientes? Há identificação do potencial.  A ilusão das despesas aureas ainda persiste , a custo de endividamento é fugir de uma sensação de outra guerra fratricida.
A acomodação  embora para muitos tornar-se de comportamento com correlação direta com a crise e da mesma forma com o crescimento. O impecto de gastos e saque  desmensurado e a depredação patrimonial sem resultante benefiaria Nacional é o vício de algo a entender como viés da não prosperidade. O sustento  monosector bilhionario abastava difusas camadas  é em função do preço favorável milhonarios exponecialmente nascem e atraindo prevaricadores estrangeiros.
a classe Z, todo mundo via dólar não cobre mais as despesas do momento. A reversao economica demonstrou quao pouco ah um progresso fragiel é siste  Dr acortina caiu e desnundou uma realidade Não há capacitação técnica Nacional disponível para produzir com valor agregado e exportar sem recorrer -se a contratação de recurso externo oneroso; Não investimento pois não há poupa há nça Nacional os riscos inerentes desestimular o investimento; o curto prazo é o tempo factível,  poupança Nacional está no exterior e por outra as remessas enviadas no exterior são uma prática de garantia ao colateral risco país eminente; Não há formação bruta de capital fixo suficiente para um potenciar a produção nacionalpois os custos inerentes são elitizados e burocrático; não há  autosuficiencia em productos básicos pois a produção só ocorre com insumos importados e dependentes de câmbio favorável; não há indústria capaz de reverter a balança comercial por meio do aumento da produtividade. Só existe saída de recursos e não entrada um país com contrapartidas financeiras.


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